quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Bolsonaro anuncia deputado Mandetta como futuro ministro da Saúde

O deputado federal e futuro ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), durante comissão na Câmara — Foto: Alex Ferreira/Câmara dos Deputados

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) anunciou nesta terça-feira (20) o nome do deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) como ministro da Saúde em seu governo.
O anúncio foi feito pelo Twitter após encontro de Bolsonaro com representantes das Santas Casas e deputados da Frente Parlamentar da Saúde.
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Deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) será o ministro da Saúde do próximo governo
Mandetta será o terceiro ministro do DEM no governo Bolsonaro. Além dele, já foram anunciados Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para a Casa Civil e Tereza Cristina (DEM-MS) para a Agricultura.
Médico e ex-secretário de Saúde de Campo Grande, Mandetta está no segundo mandato de deputado federal e não disputou as eleições deste ano.
O nome do futuro ministro já vinha sendo especulado para assumir a Saúde há algumas semanas. O próprio presidente eleito chegou a declarar, no último dia 13, que Mandetta era um dos seus interlocutores para a área e que ele poderia ser o seu ministro da Saúde.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Segurança é morto durante tentativa de assalto a Lojas Americanas.

Um funcionário identificado como Maicon de Lima dos Santos, foi morto durante uma tentativa de assalto a Lojas Americanas de Belford Roxo na tarde deste domingo (18 de novembro).

Segundo informações, Maicon era segurança de prevenção da loja e teria reagido ao assalto segurando a mão de um marginal que tentava roubar o estabelecimento. Outro cúmplice estava na calçada. Ambos fugiram e o mesmo os perseguiu por 50 metros pela calçada próximo a uma Igreja. Os criminosos sacaram a arma e dispararam contra a vítima, que acabou morreu no local.

A polícia foi acionada e está a procura dos bandidos. A DHBF (Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense) irá investigar o caso.

Via Notícias de Belford Roxo
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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

OAB pede ao Supremo para aguardar decisão de Bolsonaro antes de julgar tabela do IR

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, durante pronunciamento no Palácio do Planalto — Foto: Reprodução/G1
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para aguardar uma eventual decisão do presidente eleito Jair Bolsonaro antes de julgar a ação sobre a correção da tabela do Imposto de Renda (IR).
Numa ação apresentada ao tribunal, a OAB pediu que a tabela do IR seja corrigida conforme a inflação. Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro defendeu a isenção do imposto para quem ganha até cinco salários mínimos.
"Tanto Fernando Haddad quanto Jair Bolsonaro defenderam propostas para uma reforma tributária progressiva que atualize os valores da tabela do imposto de renda conforme a capacidade contributiva dos cidadãos, inclusive isentando trabalhadores mais pobres", argumentou o presidente da OAB, Claudio Lamachia.
"Por estas razões, requeremos a retirada de pauta da presente ação até que o próximo presidente eleito sinalize como pretende implementar os planos de governo que estão em sintonia com a inicial (ação)", acrescentou.
A OAB argumenta que se a tabela for corrigida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais pessoas passarão a ficar isentas e a medida reduzirá a carga tributária para quem ganha menos.
O relator do caso, Luís Roberto Barroso, chegou a liberar a ação para julgamento no mês passado. Mas, em 24 de outubro, a OAB pediu a retirada do tema da pauta, e o pedido foi atendido pelo ministro cinco dias depois.

Tabela do IR

Pela tabela em vigor, estão isentos do Imposto de Renda os contribuintes que recebem até R$ 1.903,98 por mês, descontada a contribuição previdenciária.
A partir deste valor, as retenções são calculadas com base em alíquotas de 7,5%, 15%, 22,5% ou 27,5% sobre o valor dos rendimentos, descontada a parcela dedutível (desconto fixo) para cada faixa de rendimento.
Hoje, a alíquota de 27,5% é a mesma para todos os contribuintes que recebem mais de R$ 4.664,68.

sábado, 3 de novembro de 2018

Jair Bolsonaro visita Zona Norte do Rio de Janeiro

Presidente eleito visitou barbearia e casa onde já morou em Bento Ribeiro; moradores cercaram o local para saudá-lo.

Presidente eleito Jair Bolsonaro cumprimenta moradores de Bento Ribeiro — Foto: Raoni Alves

O presidente eleito Jair Bolsonaro deixou na manhã deste sábado (3) o condomínio onde mora na Barra da Tijuca, bairro nobre na Zona Oeste no Rio de Janeiro, para visitar Bento Ribeiro, na Zona Norte da capital fluminense.
Ele foi primeiro ao salão onde costuma cortar o cabelo, na rua Divisória, mesmo local onde fez vídeos falando a eleitores, em junho e julho deste ano, enquanto era atendido pelo barbeiro Antônio. Depois, visitou uma casa onde morava, numa rua próxima.
Ele ficou por mais de uma hora no local, o que atraiu uma pequena multidão ao redor. As ruas do bairro ficaram lotadas de moradores querendo saudar o presidente eleito. Cercado de policiais e batedores, ele acenou para os apoiadores.
Nesta sexta (2), Bolsonaro cortou o cabelo em casa, onde também recebeu um alfaiate para tirar medidas do terno que vai vestir no dia da posse, em 1º de janeiro.
Na época, criticou a então presidente Dilma Rousseff e defendeu redução da maioridade penal, punição mais dura para estupradores e facilitação para a compra de armas.
Jair Bolsonaro ainda tem uma casa em Bento Ribeiro, declarada à Justiça Eleitoral no valor de R$ 40 mil e localizada na mesma rua do cabelereiro.
O bairro é também uma das bases eleitorais da família, onde o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) teve melhor desempenho quando concorreu a prefeito do Rio, em 2016.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Destino de Magno Malta, sem mandato, opõe Mourão e Silas Malafaia


Magno Malta (PR-ES) não conseguiu reeleger-se para o Senado em 2019 
Foto: Sérgio Lima Magno Malta (PR-ES) não conseguiu reeleger-se para o Senado em 2019
Aliado do presidente eleito Jair Bolsonaro, o pastor e líder do ministério Vitória em Cristo Silas Malafaia criticou nesta 5ª feira (1º.nov.2018) o general Hamilton Mourão, vice-presidente do militar. A fala veio em resposta a declaração de Mourão ao jornal Folha de S. Paulo sobre o senador Magno Malta (PR-ES).
Na entrevista publicada na manhã do mesmo dia, o general deu a entender que Malta seria 1 empecilho ao governo de Bolsonaro por não ter conseguido reeleger-se senador para 2019. Eis o que disse o futuro vice-presidente:
“Tem que resolver esse caso. É aquela história, ele desistiu de ser vice do Bolsonaro para dizer que ia ganhar a eleição para senador lá no Espírito Santo. Agora ele é um elefante que está colocado no meio da sala e tem que arrumar, né? É um camelo, e tem que arrumar um deserto para esse camelo.”
Malafaia se disse “revoltado” e “indignado” com a declaração. “O Magno tá pedindo algum favor?”, questionou. Ouça abaixo, em áudio, a fala do pastor.

Jair Bolsonaro: ‘eternos irmãos’

Magno Malta, 61, é senador do PR no Espírito Santo e pastor da igreja evangélica.
Durante a campanha, foi citado por Jair Bolsonaro como sua 1ª escolha para vice em sua chapa eleitoral, mas optou por tentar se reeleger ao Senado. Ficou em 3º lugar, com 17,04% das intenções de voto.
Malta não vai assumir nenhum ministério no governo de Jair Bolsonaro. Após as declarações de Mourão e Malafaia, o presidente eleito gravou 1 vídeo junto com o senador, onde o chama de “eterno irmão” e “grande companheiro”. Assista abaixo.


Fonte: www.msn.com

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Jair Bolsonaro recua sobre fusão de Agricultura e Meio Ambiente

Jair Bolsonaro pode voltar atrás da decisão de fundir ministérios do Meio Ambiente e Agricultura.
O presidente eleito Jair Bolsonaro disse nesta 5ª feira (1º.nov.2018) que a fusão entre os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, já anunciada por sua equipe, pode não acontecer. Em entrevista a emissoras de TV católicas, disse: “Havia uma ideia de fusão, mas pelo que parece será modificada. Pelo que tudo indica, serão 2 ministérios distintos“.
Bolsonaro disse que o posto de ministro será ocupado por “uma pessoa voltada para a defesa do meio ambiente sem o caráter xiita, como feito nos últimos governos“.
Apesar de recuar em relação ao fim do Ministério do Meio Ambiente, o futuro presidente voltou a dizer que o órgão não criará entraves ao agronegócio. “O Brasil é o país que mais protege o meio ambiente. Nós pretendemos proteger o meio ambiente, sim, mas não criar dificuldades para o nosso progresso“, afirmou.
A fusão das duas pastas foi anunciada pelos futuros ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, após reunião realizada na 2ª feira (29.out) no Rio de Janeiro para discutir a transição do governo.
A medida foi criticada pelos 2 atuais chefes dos ministérios, Edson Duarte (Meio Ambiente) e Blairo Maggi (Agricultura).
Também sofreu forte resistência de ambientalistas e até de representantes do setor agropecuário. A ex-candidata à Presidência pela Rede Sustentabilidade, Marina Silva, e o ex-presidente Lula também foram críticos da proposta.
Fonte: G1.COM

Sergio Moro ao aceitar convite para ser ministro da Justiça de Bolsonaro

Juiz federal afirmou que pretende 'consolidar os avanços contra o crime e a corrução dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos'

Juiz Sérgio Moro deixa a casa de Jair Bolsonaro ao lado do economista Paulo Guedes, no Rio de Janeiro  — Foto: Silvia Izquierdo/AP
O juiz federal Sergio Moro aceitou nesta quinta-feira (1º) o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para chefiar o Ministério da Justiça.

Veja a nota divulgada pelo juiz:
Fui convidado pelo Sr. Presidente eleito para ser nomeado Ministro da Justiça e da Segurança Pública na próxima gestão. Após reunião pessoal na qual foram discutidas políticas para a pasta, aceitei o honrado convite. Fiz com certo pesar, pois terei que abandonar 22 anos de magistratura. No entanto, a pespectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão. Na prática, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrução dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior. A Operação Lava Jato seguirá em Curitiba com os valorosos juizes locais. De todo modo, para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo afastar-me de novas audiências. Na próxima semana, concederei entrevista coletiva com maiores detalhes.
Curitiba, 01 de novembro de 2018.
Sergio Fernando Moro

Fonte: G1 

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Apoio de outros candidatos é indiferente para maioria, diz Datafolha

Jair Bolsonaro e Fernando Haddad: Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), candidatos à Presidência da República

Apesar da expectativa em torno das articulações por apoio no segundo turno, esse tipo de movimento deve ter pouco efeito na disputa entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições 2018.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira mostra que a maior parte dos eleitores de candidatos derrotados no último dia 7 de outubro se diz indiferente em relação à recomendação de voto dos postulantes. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo.
Do total de eleitores entrevistados pelo instituto, 72% afirmaram que não faz diferença o apoio de Marina Silva (Rede), oitava colocada no primeiro turno com 1% dos votos.
O apoio de Geraldo Alckmin é considerado irrelevante para 69% dos eleitores, enquanto o de Ciro Gomes não teria influência para 63% dos entrevistados. Ciro ficou em terceiro lugar na disputa, com 12,67% dos votos e Alckmin, em quarto, com 4,75%.

Eleitores indiferentes

Quando a pergunta é direcionada aos eleitores declarados dos três candidatos há uma maior divisão. Entre quem votou em Marina, 50% se dizem indiferentes em relação a um apoio da candidata, enquanto 36% poderiam levar isso em conta.
Embora a ex-senadora tenha anunciado que irá fazer oposição a qualquer governo, seu partido, a Rede, recomendou oficialmente que seus filiados não votem em Bolsonaro – mas a legenda não assume apoio a Haddad.
No caso de Ciro Gomes, cujo PDT anunciou “apoio crítico” ao candidato petista, 48% de seus eleitores consideram a possibilidade de votar em quem o ex-governador cearense recomendar – 44% se dizem indiferentes.
O eleitorado de Geraldo Alckmin (PSDB) é o que demonstra maior independência em relação a uma eventual recomendação do tucano: 57% se dizem indiferentes enquanto só 29% votariam em quem ele apoiasse. Alckmin já anunciou que ficará neutro na disputa.

Disputa

Na primeira pesquisa Datafolha divulgada após o primeiro turno das eleições de 2018, Bolsonaro tem 58% dos votos válidos contra 42% de Haddad. A contagem não considera votos brancos, nulos e indecisos.
Considerando as respostas de todos os entrevistados, o deputado federal do PSL mantém a dianteira com 49% das intenções de voto, enquanto o ex-prefeito paulistano tem 36%. Brancos e nulos somam 8% enquanto não sabe ou não respondeu representam 6% do total.
O instituto ouviu 3.235 pessoas nesta quarta-feira. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. O levantamento, contratado pela Folha de S.Paulo e TV Globo, foi registrado no TSE com o número BR-00214/2018.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Agente penitenciário é morto na frente do filho de 9 anos, na Baixada Fluminense

O carro do agente penitenciário
Um agente penitenciário foi morto a tiro, na manhã desta sexta-feira, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. De acordo com o 39º BPM (Belford Roxo), Anderson Barbosa dos Santos, de 40 anos, estava com o filho no momento em que o crime aconteceu. A criança não se feriu. A vítima já foi policial militar e deixou a corporação em 2011. A arma do agente não foi levada pelos bandidos.
Anderson havia acabado de sair de casa e ia deixar o filho na casa da avó materna quando foi abordado por bandidos na Avenida Bob Kennedy, no bairro Nova Piam — a polícia apura se ele sofreu uma tentativa de assalto e reagiu. Após o agente ser baleado, o carro dele se desgovernou e bateu contra um poste.
Vizinhos da vítima correram até o local, pegaram a criança e a levaram para casa. Já Anderson foi socorrido por uma viatura do 39º BPM até o Hospital municipal de Belford Roxo, onde morreu logo após dar entrada. Os policiais tentam localizar câmeras de segurança que possam ter flagrado o crime.
A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada para fazer uma perícia no carro do agente.
A identidade do agente

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Câmara de Belford Roxo aprova diárias para viagens de vereadores mesmo com o município em estado de calamidade

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O município de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, está em calamidade financeira e devendo salários aos servidores, mesmo assim, a Câmara aprovou a concessão de diárias de viagem para os vereadores.
Agora, os vereadores que forem autorizados a viajar, vão poder se deslocar para qualquer parte do território nacional, fora do município e internacional e receber diária. A medida também vale para os vereadores que saírem em missão oficial do poder legislativo. As diárias são para despesas de hotel, alimentação e locomoção e os valores chegam a quase R$ 1,9 mil. A diária para viagens para outros município foi fixada em R$ 234,38 por dia, para outros estados, R$ 468,76 e internacional R$ 1.858.
Enquanto isso, os ativos e inativos de várias categorias do município ainda não receberam os salários atrasados de 2016. Os que trabalham na saúde não receberam sequer o 13º de 2015. Todos os trabalhadores estão sem contracheque há um ano, são descontados sem saber porque. O sindicato dos professores afirma que inspetores, merendeiras e alguns professores não receberam ainda janeiro de 2017.
A cidade é a mesma que o prefeito determinou a demolição do pórtico para a construção de um novo e na qual a prefeitura abriu uma licitação para comprar um carro de R$ 99 mil para a secretaria de Assistência Social e depois mudou de ideia.
A Câmara de Vereadores afirma, em nota, que a resolução tem como objetivo apenas regulamentar possíveis demandas futuras no caso de algum vereador ou servidor fazer algum curso que seja de relevância e importância para o desempenho de suas funções. Informa que ainda não há nenhuma solicitação na casa legislativa para realização de viagem de trabalho, nem curso.